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Setembro 2017
Atreva-se a ser… Loucamente Poderoso

É com este atrevimento que regressamos de férias!

Queremos recordar a todos os que nos leem que todos nós temos uma palavra a dizer sobre o decurso das nossas vidas, sobre a forma como sucedem os acontecimentos e podemos,não só geri-los da melhor forma, como, também, influenciá-los e provocá-los. Nós temos este poder e se o temos… fica a questão: porque não utilizá-lo?

Este é um desafio enorme e é precisamente por isso que, depois de o aceitarmos, podemos verificar os enormes benefícios trazidos pelo facto de aceitarmos que temos poder e legitimidade para influenciar os acontecimentos das nossas vidas.

Mas a concretização deste poder não acontece por acaso, existem recursos-chave que nos apoiam e um deles é a comunicação. Uma boa comunicação, é, aliás, um poder em si mesmo.
A nossa sugestão é que se centre no poder da comunicação.


Como diz Karina M. Kimmig, uma das mais relevantes coaches internacionais da atualidade “até ao silêncio atribuímos significado”, donde…quão bom será escolhermos, em consciência, os significados que queremos transmitir aos outros e, desta forma, obter respostas mais consonantes com os nossos desejos?

E hoje, em vez de sugestões práticas e concretas, deixamos-lhe um desafio: questões para refletir!

  • Quando fala com alguém, já deu conta do seu estado de espírito antes mesmo de abrir a boca? Será que esse estado de espírito tem influência na reação da outra pessoa aquilo que está a dizer?
  • Se quiser comunicar um conteúdo mais duro a alguém, a forma como o diz, isto é, o tom de voz, a forma como usa as mãos ou movimenta a cabeça, por exemplo, terão algum impacto na suavização ou intensificação dessa mensagem, de si naturalmente dura?
  • Quando está a conversar com alguém, especialmente se for uma conversa em que quer expor um argumento muito importante para si, enquanto a outra pessoa fala está realmente a ouvi-la ou está a pensar no que lhe vai dizer a seguir? Esta é a melhor atitude para chegar a um consenso?
  • Quando transmite uma informação e ela não é compreendida como gostaria, assume automaticamente que existe má vontade da outra pessoa ou pergunta-lhe se compreendeu e reformula o que está a dizer de forma a transmitir o significado que pretende?
  • E se realmente existir má vontade do seu interlocutor? Que comunicação estabelece consigo próprio? O que diz a si próprio? Que é incapaz de comunicar, que não tem os recursos suficientes para chegar aquela pessoa, ou que vai perceber a que significados o interlocutor é sensível e enquadrar a sua mensagem tendo como base esse ponto de partida?
As respostas... 
Venha saber mais em LoucaMente: 3 dias, 3 poderes, com Karina M. Kimming.

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